Recém-chegado ao Paysandu, o volante Paulinho foi um dos nomes poupados de críticas depois da fraca atuação bicolor no último Re-Pa. O volante, que entrou no início do segundo tempo, deu mais solidez ao meio-campo do Papão, e ajudou na retenção de bola e construção de jogadas. Apesar do desempenho elogiado, Paulinho afirma que ainda possui a forma física distante do ideal, devido ao tempo parado antes de chegar ao clube da Curuzu.

– Eu acredito que, de certa forma, eu fui bem no clássico. Apesar do tempo em que eu estava parado, quase um mês sem jogar profissionalmente, eu pude contribuir, dei o meu melhor. Sei que tenho muito a melhorar ainda, tanto na parte física, quanto na parte técnica, pra poder ajudar o Paysandu na sequencia do campeonato.

Paulinho e Paysandu vivem uma fase de transição. O clube ainda se adapta aos reforços e a nova comissão técnica. Até o Re-Pa, os bicolores estavam no melhor momento do ano, mas apresentaram vários defeitos na derrota para o maior rival. No entanto, de acordo com Paulinho, o placar negativo não pode desmotivar o elenco para a sequência da temporada.

– A gente está num processo de transição. Apesar de estar jogando no meu ex-clube, mas fiquei quase um mês sem jogo oficial. A gente tem se preparado, a semana tem sido muito produtiva. A gente procura sempre estar pronto pra atuar os 90 minutos.

Apesar de ter jogo marcado na próxima sexta-feira, contra a Tuna, o Paysandu já pensa no CRB, próximo adversário na segunda fase da Copa do Brasil. Paulinho diz que a equipe alagoana não é desconhecida para o elenco, mas preferiu mudar o foco para o jogo pelo Parazão.

– Eu conheço o treinador de lá, o Roberto Fernandes. Já joguei com muitos atletas que estão ali, são jogadores de alto rendimento. Atletas de um nível muito bom, competitivo. Mas como eu falei, precisamos pensar na Tuna agora e depois pensar no CRB. Esse jogo contra a Tuna é de suma importância, ainda mais depois da derrota que a gente teve no clássico com o Remo.

Fonte: G1
Foto: Jorge Luiz